Como reduzir custos na lavoura de milho?

Por Equipe FieldView™

Mar 15, 2021

Diferentes práticas agrícolas e tecnologias digitais podem ajudar a minimizar os custos e aumentar a rentabilidade da segunda cultura em importância econômica para o país

 

O Brasil é o maior exportador mundial de grão

O Brasil é o maior exportador mundial de grão

 

O milho é uma das estrelas da produção agrícola nacional, posicionando o Brasil como um dos maiores produtores mundiais e o maior exportador global do grão.

Este tipo de cultivo tornou-se um dos mais dinâmicos e competitivos da agricultura brasileira, permitindo registrar um crescimento de produtividade de 230% nos últimos 40 anos, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).

Mas, para garantir a rentabilidade do produtor, não basta ser apenas produtivo. Também é crucial balancear custos.

Confira, a seguir, como é possível equilibrar o custo de produção com bons resultados na colheita, utilizando diferentes práticas agrícolas e ferramentas da agricultura digital.

 

CONFIRA: Agricultura Moderna: Entenda como a evolução reduz prejuízos

 

O Brasil é um dos maiores produtores e o maior exportador de milho do mundo

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de grãos deverá atingir 272,3 milhões de toneladas na safra 2020/21.

Desse total, a produção de milho (safra verão + safrinha) vai corresponder a 39,6%, atingindo um total de 108 milhões de toneladas.

Com crescimento de 6% em relação à safra anterior, a produção brasileira de milho só é menor que a de soja, que deverá atingir, de acordo com o levantamento da Conab, o volume de 135,1 milhões de toneladas (49,5% da produção nacional de grãos).

Desta forma, o Brasil se mantém como o terceiro maior produtor mundial de milho, atrás apenas de Estados Unidos e China.

 

O milho é o grão mais produzido no mundo

O milho é o grão mais produzido no mundo

 

Vale destacar que este é o grão mais produzido no mundo – corresponde a cerca de 36,3% de tudo que se produz globalmente por ano, à frente do trigo (26,3%) e do arroz (16,9%).

Nesse mercado, o Brasil é o maior exportador mundial, devendo embarcar cerca de 35 milhões de toneladas na safra 2020/21.

Para especialistas e consultores do agro, o país tem condições de ter papel ainda maior nesse mercado. Mas, para isso, a produção nacional de milho tem que manter o ritmo de aumento de produtividade e de incorporação de tecnologias.

Ao mesmo tempo, o desafio é manter essa evolução produtiva em sintonia com a busca permanente da otimização de custos e redução de uso de recursos naturais, a exemplo do que já se verifica na cultura da soja.

 

espiga de milho

Para atingir papel ainda maior no mercado mundial de milho, o Brasil tem que manter o ritmo de aumento de produtividade e de incorporação de tecnologias

 

A eficiência do processo de produção em lavouras de grãos, como soja e milho

De acordo com Fernando Mendes Lamas, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, quando se analisa os custos de produção de milho e soja, constata-se um significativo aumento, ano após ano.

“A elevação é tão expressiva que o produtor identifica ‘o custo de produção’ como uma de suas principais demandas.”

Lamas relata que pesquisas recentes apontam que o conhecimento, cada dia mais, tem um maior peso na produtividade das principais espécies cultivadas.

“Tão importante quanto o inseticida, o herbicida, a cultivar e a máquina é o conhecimento para que se possa otimizar esses fatores de produção. Assim, a produtividade não é apenas quantidade produzida por hectare, mas, sim, eficiência do processo de produção”, afirma.

A partir dessa ponderação, o pesquisador da Embrapa faz alguns questionamentos:

  • Será que a cultivar está sendo utilizada adequadamente e está sendo dada à ela as condições para que possa exteriorizar toda a sua potencialidade genética?
  • Ou espera-se que a cultivar, de forma isolada, resolva todos os problemas? “Isto não é possível.”
  • Os fertilizantes químicos, os inseticidas, os fungicidas e os herbicidas estão sendo adequadamente utilizados?

A partir de perguntas como essas, o agricultor deve analisar o que é necessário para melhorar a eficiência de suas lavouras. 

Para Lamas, é primordial trabalhar mais o processo e menos o produto; pensar mais na planta e menos no inseto ou no fungo causador de alguma doença. “Em resumo, a chave do negócio está no processo.”

O conhecimento tem um maior peso na produtividade das principais espécies cultivadas

O conhecimento, cada dia mais, tem um maior peso na produtividade das principais espécies cultivadas

 

A importância do planejamento na redução de custos da produção de milho

O primeiro passo para a redução de custos do milho, assim como de outros grãos, como a soja, é fazer um planejamento amplo, considerando todos fatores relacionados à produção e que contribuem para tomadas de decisões mais corretas, melhorando a eficiência e a competitividade da cultura.

Diferentes aspectos podem impactar diretamente no custo de produção, como preços de insumos, maquinário, funcionários, adubação e, é claro, o nível tecnológico adotado pelo produtor.

O quanto o agricultor incorporou tecnologias à produção, utilizando, por exemplo, uma semente/híbrido com uma genética melhorada para maior tolerância a determinadas pragas, pode acarretar um maior dispêndio financeiro, mas também resultar em maior produtividade e qualidade na produção.

Um bom planejamento, baseado em dados precisos e fazendo uso de recursos tecnológicos, permite produzir com mais eficiência e menor custo.

Uma aliada do produtor fazer esse planejamento da safra é a agricultura digital, uma vez que permite mensurar processos e analisar resultados com precisão, o que auxilia nas tomadas de decisões capazes de minimizar gastos e desperdícios.

Ao ter conhecimento sobre dados agronômicos importantes referentes aos maquinários, implementos e área trabalhada, consegue monitorar os processos, assim como saber o que ainda precisa ser implantado.

Essa é a agricultura 4.0, que possibilita ao agricultor ter uma noção mais granular e por metro quadrado, tratando cada talhão de acordo com o potencial produtivo do mesmo.

O produtor pode contar ainda com as funcionalidades do FieldViewTM, plataforma de agricultura digital da Bayer, que disponibiliza inúmeros relatórios e mapas gerados durante a condução da lavoura. 

Um bom exemplo é o Relatório de Produtividade, disponível tanto no aplicativo do FieldView™, quanto pela versão web. Com este recurso, é possível:

  • Identificar, rapidamente, quais híbridos e variedades tiveram melhor desempenho;
  • Analisar e comparar o desempenho nos talhões ou por tipos de solo para um determinado ano e safra;
  • Acessar o "Resumo Rápido", fornecendo informações importantes sobre a área total colhida, produtividade média e umidade da colheita, peso úmido total, e muito mais.

 

Diferentes tecnologias ajudam o produtor na gestão da cultura, como o monitoramento da lavoura com drones

Diferentes tecnologias ajudam o produtor na gestão da cultura, como o monitoramento da lavoura com drones

 

Redução de custos com fertilizantes no plantio de milho

Os investimentos com fertilizantes representam de 25% a 40% dos custos variáveis de produção de grãos no Brasil, incluindo o milho, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

Nesse cenário, práticas e recomendações que promovam o uso mais eficiente de nutrientes são estratégicas para garantir a competitividade do agricultor.

Segundo o pesquisador Álvaro Vilela Resende, da Embrapa Milho e Sorgo, inicialmente é preciso conhecer a condição de fertilidade do solo para então se definir a quantidade de adubo a ser aplicada na lavoura.

Recomendações eficientes de fertilizantes reduzem custos

Recomendações eficientes de fertilizantes reduzem custos

 

É necessário fazer a análise de solo para a recomendação de fertilizantes de forma mais eficiente. “Temos observado diversas situações de lavouras nas quais seria possível ajustar e mesmo reduzir a adubação, sem afetar a produtividade.”

Muitos agricultores têm utilizado adubações relativamente pesadas e em doses fixas, gerando excedentes que as culturas não utilizam e que vão se acumulando no solo ao longo do tempo, segundo o pesquisador.

Por outro lado, Resende alerta para a necessidade de manejo da acidez do solo. “Aplicações insuficientes de calcário podem diminuir o potencial produtivo das lavouras, o que acaba contribuindo para a perda de eficiência no uso dos fertilizantes.”

A plataforma FieldViewTM também pode apoiar o produtor a utilizar, sob medida, alguns insumos, como adubos. Com a funcionalidade de Prescrições Manuais de Fertilizantes, é possível aplicar esse insumo em taxa variável na lavoura. 

Ou seja, o produtor pode desenhar sua prescrição de modo customizado, de acordo com a variabilidade de fertilidade dos talhões, evitando desperdícios.

VEJA: Plantio em taxa variável: é uma boa estratégia?

 

A produção de milho exige o uso eficiente do nitrogênio

O nitrogênio é o nutriente que mais onera a produção de milho, uma vez que é extraído em grande quantidade pela planta e exportado pelos grãos da cultura. 

E manejá-lo é bastante complexo pela dificuldade em se avaliar sua oferta no solo, devido às múltiplas reações a que está sujeito, mediadas por microrganismos e afetadas por fatores climáticos de difícil previsão.

Na recomendação de adubação, deve-se considerar a real necessidade de sua aplicação na área desse nutriente.

Para isso, levar em conta fatores como a expectativa de produtividade a ser alcançada, o teor de matéria orgânica no solo e as culturas antecessoras ao milho.

“Temos exemplos claros de que a sequência de culturas afeta a qualidade da matéria orgânica e os estoques de nitrogênio no solo. O caso típico é que o milho cultivado após soja ou outra leguminosa necessita de menos nitrogênio na forma de fertilizante”, informa Resende.

 

ENTENDA: Como a tecnologia pode te ajudar a definir as áreas da safrinha

 

Redução de custos na aplicação de defensivos em milho

É possível diminuir os investimentos empregados em defensivos com a adoção das boas práticas na aplicação desses produtos. 

Isso não apenas proporciona redução dos custos, como também contribui para a produtividade/lucratividade do negócio e minimiza os riscos de impacto ambiental.

A falta de planejamento ainda é um problema comum quanto à aplicação de defensivos nas lavouras brasileiras, interferindo diretamente no desenvolvimento das plantas e causando perdas em produtividade.

Segundo o professor do IFMG (Instituto Federal de Minas Gerais), Robson Shigueaki Sasaki, o planejamento consiste em identificar corretamente as pragas/doenças que assolam a lavoura, e selecionar e aplicar corretamente o produto.

Boas práticas na aplicação de defensivos ajuda a aumentar a produtividade

Boas práticas na aplicação de defensivos ajuda a aumentar a produtividade

 

“Com o correto planejamento para a aplicação de defensivos agrícolas, consegue-se uma boa eficácia de controle sem comprometer a produção”, explica o professor.

Outro aspecto relatado por Sasaki que pode reduzir os gastos com a aplicação de defensivos é a correta definição do Nível de Dano Econômico da praga ou doença.

Esse nível é representado pela densidade populacional da praga, capaz de causar danos econômicos à cultura. “Muitas vezes, conviver com a praga em uma densidade populacional baixa é inferior ao custo para combatê-la”, explica.

Com o objetivo de ser assertivo no controle de pragas e doenças na lavoura e reduzir custos, o produtor pode utilizar o Diagnóstico FieldViewTM, que permite monitorar, por meio de imagens de satélite, o desenvolvimento vegetativo da lavoura.

Ao analisar essas imagens, o gestor da fazenda pode verificar pontos de baixo desenvolvimento no talhão, que podem ser priorizados no monitoramento da cultura. 

 

CONFIRA: Confira 5 funcionalidades da agricultura digital que ajudam na aplicação de defensivos

 

Recomendações para melhorar a qualidade da aplicação de defensivos em soja e milho

De modo geral, para evitar possíveis falhas na aplicação de defensivos em culturas como milho e soja, Sasaki aconselha algumas boas práticas:

  • Identificar corretamente a praga/doença, bem como estabelecer o Nível de Dano Econômico (NDE);
  • Selecionar o produto a ser aplicado, comprando os defensivos sempre em lojas e revendas autorizadas;
  • Selecionar, regular e calibrar os equipamentos a serem utilizados para a aplicação;
  • Estabelecer as condições meteorológicas ideais durante a aplicação.
  • Fazer a avaliação da qualidade da aplicação de defensivo.  

A tecnologia digital ajuda a acompanhar a velocidade da máquina na pulverização

A tecnologia digital ajuda a acompanhar a velocidade da máquina na pulverização da área

 

Ao se identificar problemas fitossanitários na lavoura, um grande parceiro é o mapeamento da operação de aplicação de defensivos: o FieldView™ Drive.

Essa tecnologia digital possibilita otimizar recursos, uma vez que a pulverização é acompanhada diretamente da cabine do operador, por meio do tablet. 

À medida em que a máquina está em curso, gera dados agronômicos que asseguram que a atividade seja feita da forma mais adequada.

Com o FieldViewTM Drive é possível acompanhar a velocidade da máquina na pulverização (assim como também durante as operações de plantio e a colheita), a vazão de aplicação, entre outras informações importantes.

 

Comparação entre os mapas de produtividade e de aplicação de defensivos

Comparação entre os mapas de produtividade e de aplicação de defensivos do FieldViewTM na lavoura de milho

 

Acompanhar as condições climáticas evita desperdício e permite que a operação seja mais eficiente

Durante a pulverização, assim como em outros momentos da produção do milho, uma outra funcionalidade muito útil é o Radar Meteorológico, que traz informações importantes como previsão detalhada do dia, hora e probabilidade de chuva, acumulado de chuva das últimas horas e velocidade do vento.

Essa ferramenta digital tem grande relevância para o produtor por conta da influência do clima sobre a lavoura. 

Segundo Sasaki, a aplicação em condições de alta velocidade do vento e alto déficit de pressão de saturação de vapor d’água no ar tendem a prejudicar a operação. “A aplicação nestas condições aumenta o potencial de risco de perdas por deriva e evaporação.

 

SAIBA MAIS: Conheça mais sobre o Radar Meteorológico

 

“Caso as condições climáticas estejam desfavoráveis, como velocidade do vento elevada, alta temperatura e baixa umidade relativa do ar, o produtor deve interromper a aplicação”, aconselha Sasaki. 

Na prática, além de aumentar os riscos de impactos ambientais, a aplicação nestas condições reduz a deposição no alvo e diminui a eficácia de controle, requerendo uma nova aplicação na área (gerando mais custo).

Com o apoio da agricultura digital, o produtor tem menos riscos de fazer plantio no seco, colheita da área debaixo de chuva ou ter problemas na pulverização da área por conta de precipitações ou da velocidade do vento.

 

Nova call to action

 

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Treinamento do operador e ajuste do equipamento: fundamentais para o sucesso da aplicação  

Segundo ele, o papel do aplicador também é imprescindível para o sucesso da pulverização, o que requer treinamento constante.

A capacitação do profissional que executa a aplicação pode ser o diferencial entre a eficiência e a deficiência na aplicação dos defensivos, tendo também direta relação com a redução dos custos.

Mas a análise de Sasaki vai além: a aplicação de defensivos agrícolas não está relacionada somente ao custo com o defensivo em si, mas também com o custo de toda a aplicação que envolve o equipamento, a mão de obra e a manutenção.

O professor do IFMG indica que a correta seleção do produto é primordial. “Sem um bom produto, será difícil baixar o custo”.

Sasaki indica ainda que todas as boas práticas que favoreçam o rendimento operacional da máquina são importantes, pois tendem a reduzir os custos na aplicação de defensivos.

“Para aumentar o rendimento operacional, deve-se planejar corretamente os aspectos que envolvam a aplicação, principalmente quanto ao volume de calda, velocidade de trabalho e dimensão do equipamento a ser utilizado”.

 

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Tratamento de sementes é importante estratégia para reduzir custos em milho

Além de controlar pragas e doenças, a tecnologia de tratamento de sementes, de acordo com o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, Ivan Cruz, pode reduzir os custos de produção com inseticidas em até 20% durante o andamento da safra.

Essa prática é muito importante na cultura considerando que pragas iniciais podem atingir a planta logo após a emergência da lavoura, causando redução de estande, de acordo com a infestação e a intensidade dos ataques.

Para auxiliar nessa etapa, o tratamento de sementes, que pode ocorrer de forma industrial ou dentro da fazenda, beneficia a semente com fungicidas e inseticidas.

Quando a semente ou a planta em emergência é atacada pela praga, o inseto é controlado. O mesmo vale para doenças e fungos, pois a semente também é tratada com fungicidas. 

O tratamento de sementes com inoculantes ajuda a aumentar a produtividade do milho

O tratamento de sementes com inoculantes ajuda a aumentar a produtividade do milho

 

A propósito, as sementes são um dos meios mais eficientes de disseminação de diferentes tipos de fungos em milho, tanto em campos de produção como em condições de armazenamento, o que torna ainda mais relevante o seu tratamento, do ponto de vista econômico.

O tratamento de sementes com inoculantes também traz benefícios ao milho. Com o intuito de melhorar o processo de absorção de nitrogênio da lavoura, esse agente biológico pode aumentar em até 8% a produtividade das plantas

 

A tecnologia de tratamento de sementes pode reduzir os custos de produção

A tecnologia de tratamento de sementes pode reduzir os custos de produção com inseticidas em até 20% durante a safra

 

LEIA: Manejo Integrado de Pragas e resistência: qual o papel da biotecnologia?

 

Pesquisas buscam otimizar o processo produtivo e reduzir custos na cultura do milho

Quando se fala de processo produtivo, vale mencionar um sistema inédito de produção de grãos, desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo, que promete incrementar ainda mais a produção da soja e do milho safrinha. 

Trata-se do Sistema Antecipe, um método de cultivo intercalar que possibilita a redução dos riscos causados pelas incertezas do clima durante a segunda safra. 

Resultado de 13 anos de pesquisas, a tecnologia será lançada comercialmente pela Embrapa em 2021, sendo composta por três pilares: um sistema inédito de produção de grãos, uma semeadora-adubadora exclusiva e um aplicativo para auxiliar o produtor a tomar as melhores decisões.

Com o sistema, o produtor pode antecipar o plantio do milho safrinha em até 20 dias e diminuir os riscos de perda de produtividade em função de condições climáticas adversas, que ocorrem no fim do verão e início do outono. 

Dessa forma, a lavoura de milho pode se desenvolver em época com precipitação mais favorável, o que possibilita ganhos em produtividade e rentabilidade. 

 

CONFIRA: 9 passos para potencializar a produtividade do milho safrinha

 

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